Arquivo para Fevereiro 25, 2008
A conspiração “SIDA”
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Conspiração SIDA
O que é a SIDA? Ou a AIDS, tanto faz. Qualquer um responde na hora “é uma doença que provoca vários problemas, transmitida por relação sexual, etc”. De fato, a mídia manipula muito. Pra início de papo, a SIDA não é uma doença, mas sim, uma síndrome (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Isso já é bastante contraditório. Os vírus causam doenças. Por que o da SIDA (VIH, conhecio como HIV pela sigla em inglês) causa uma síndrome? Os entendidos provavelmente dirão “pois o vírus gera uma síndrome a partir de várias doenças”. Definição de sídrome: conjunto de sintomas observáveis em vários processos patológicos diferentes e sem causa específica. Sem causa específica? Daí os entendidos vão dizer novamente “mas a SIDA é uma exceção”. Exceção é 30º no verão da Irlanda. A SIDA é um paradoxo, uma “coisa” não esclarecida.
A origem da síndrome já é bastante controversa: surgiu na áfrica, devido ao costume de comer carne de chimpanzé (!!!). Já sabemos que o contágio via oral da SIDA é bastante improvável. Ninguém sabe ao certo como a síndrome surgiu.
Os diagnósticos do VIH
Sabe, o que mais me deixa confuso é o fato de não existir diagnóstico exato para o VIH. Como comprovam a SIDA em um ser humano: são avaliados diversos sintomas, número de leucócitos, é feita mais uma série de exames que apresentam dados da imunidade. Detalhe: o exame não apresenta a existência de um vírus, a conclusão é feita a partir da “avaliação geral do paciente”. É como se o VIH não existisse nesse primeiro caso. Vamos avaliar dois casos de pacientes “com SIDA”:
Paciente caso 1: Uma prostituta que pratica sexo promíscuo com freqüência sem a devida proteção, aliado ao uso de drogas, em uma vida noturna desregrada. Nesse caso parece óbvio que a paciente está exposta a diversas doenças sexualmente transmissíveis (DST’s verdadeiras, com diagnóstico sólido), além de lesões físicas devido ao sexo, agressão com o adicional das drogas. Todo esse quadro gera uma imunodeficiência que independe de um vírus específico, e é na verdade, uma soma de diversas situações em que a pessoa está envolvida.
Paciente caso 2: Um indivíduo vivendo abaixo da linha da pobreza, em local inapropriado. Podemos usar como exemplo a larga e pobre população africana, que passa fome e está exposta às mais variadas moléstias. É óbvio que esses indivíduos são magros, fracos e doentes, não por causa de um vírus específico, mas por causa da situação em que se encontram.
Pacientes que não apresentam sintomas
Não raro, indivíduos são diagnosticados como portadores do VIH, sem apresentar sintomas prévios. Nesses caso, 25% dos indivíduos passam a apresentar os sintomas após descobrir a doença através de um quadro psicossomático (ou seja, “eu tenho SIDA então eu vou morrer”), e os outros 75% apresentam sintomas somente após a medicação ser administrada. Os remédios usados no tratamento da SIDA são venenosos. Isso, venenosos mesmo, tanto que alguns deles recebem a tradicional caveira estampada na caixa. E por acaso, os efeitos colaterais da SIDA são os mesmos provocados pelos remédios. Fraqueza geral, perda da imunidade, perda de peso, náuseas, vômitos, perda de cabelos são todos os efeitos colaterais da medicação. Entre esses remédios podemos citar o AZT, um poderoso destruidor do sistema imunológico.
Há diversos casos de indivíduos que “contraem” a SIDA e não apresentam sintomas, justamente por desconhecerem o fato da “contaminação” durante muito tempo, e por não tomarem remédios específicos após o diagnóstico. Analisando todos esses fatos, fica claro que a causa da SIDA não depende de um vírus.
Então, por que estamos sendo enganados? Controle populacional é a resposta. Vamos citar novamente o caso da áfrica, onde os “remédios” para a SIDA são distribuídos gratuitamente para a população pobre e supostamente infectada. É uma solução simples, se livrar do problema (ou seja, matar o problema social), antes que investir em recursos. E além do mais, o medo que se tem da SIDA aumenta o uso de métodos contraceptivos, como a camisinha, por exemplo, e conseqüentemente, ajuda a diminuir o número de partos, em nosso planeta de crescente e desordenada população. Não estou dizendo que usar camisinha é errado – pelo contrário, é totalmente aconselhável -, uma vez que ela protege contra as DST’s verdadeiras e previne a gravidez indesejada.
Alguns cientistas declaram que hoje, graças aos avanços tecnológicos, é possível isolar o VIH. Se ele realmente existir, não passa de uma partícula inofensiva. Há muito mais a ser dito.
Daniel Bosi, Fora de Regra.